Uma plataforma mais plural, democrática e para todos. Esse é o novo Sondar.
O sistema de resgate de bens culturais foi lançado nesta terça-feira (17/10/2023), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça de Minas Gerais. A ferramenta, agora mais acessível e didática, disponibiliza cerca de 2.500 bens cadastrados, muitos deles desaparecidos de seus locais de procedência.
É possível realizar denúncias sobre furtos, roubos e vendas ilegais em lojas físicas ou sites. Todas as pessoas também podem enriquecer os dados descritivos de itens já cadastrados complementando com fotos, vídeos e até áudios. Além disso, caso o usuário possua um bem cultural de procedência incerta, poderá devolvê-lo através da Campanha Boa Fé. Para facilitar e democratizar ainda mais o novo Sondar, o usuário terá o auxílio de um assistente virtual, o Longuinho. O desenvolvimento da plataforma contou com parceria entre a CPPC e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e órgãos estaduais e federais de proteção ao patrimônio cultural.
No evento, também foi anunciado o Sondar Para Todos, um projeto itinerante do MPMG, em parceria com o Iepha-MG e a sociedade civil, por meio do Observatório de Comunicação Ambiental (Lei.A). Uma equipe de técnicos e especialistas da CPPC irá percorrer cidades do interior de Minas Gerais, levando uma programação voltada a ouvir as comunidades sobre seu patrimônio desaparecido e que as convida para participar do processo de vigilância dos bens culturais por meio do Sondar. Os primeiros municípios a receberem o projeto serão São João del Rei, Serro e Paracatu.
Estiveram presentes à solenidade de lançamento do novo Sondar, o procurador geral de Justiça, Jarbas Soares Júnior, o secretário de Estado de Cultura, Leônidas Oliveira, o promotor e coordenador do CAOMA, Carlos Eduardo Ferreira Pinto, o promotor e coordenador da CPPC, Marcelo Maffra, além de representantes de órgãos público de proteção ao patrimônio cultural e representantes da sociedade civil.
